Palestrantes Nacionais

tojal.pngAmanda Tojal

Museóloga e Educadora de Museus. Graduada em Educação Artística pela Faculdade Armando Álvares Penteado e Pós-graduada em Museologia pela Faculdade de Sociologia e Política de São Paulo. Mestre em Artes e Doutora em Ciências da Informação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Consultora em Acessibilidade e Ação Educativa Inclusiva para públicos com deficiências em museus e instituições culturais como, Museu de Arte Contemporânea da USP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu do Futebol/SP, Museu Afrobrasil/SP, Museu Casa de Portinari (Brodowski/SP), M.H.P. índia Vanuíre (Tupã/São Paulo), Museu de Arte do Rio(RJ), Museu do Amanhã (RJ), Museu Felícia Leirner (Campos do Jordão /SP), além de outros em andamento, como: Museu Oscar Niemeyer (Curitiba/PR), Museu da Imagem e do Som (RJ). Docente de cursos de Formação em Acessibilidade Cultural e Ação Educativa Inclusiva. Curadora Artística e Pedagógica da Exposição Itinerante “Sentir pra Ver: gêneros da pintura na Pinacoteca de São Paulo”, desde o ano de 2012. Vice-presidente do Conselho Regional de Museologia-4aRegião (2013-2015 e 2016-2018). Sócia-presidente da empresa Arteinclusão Consultoria em Ação Educativa e Cultural, desde o ano e 2003. Site: www.arteinclusao.com.br Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4542518616330545

andreia-paiva-circular.pngAndreia Paiva

Especialista em Audiodescrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2015), atriz pelo Teatro Escola Macunaíma e psicóloga pela Universidade Mackenzie (2009). Trabalha como atriz desde 2001, atuando em performances, peças de teatro, filmes e trabalhos de dublagem em estúdios de São Paulo.  Como audiodescritora trabalhou na Conferência das Nações Unidas (Rio+20) no Rio de Janeiro. Desde então tem realizado trabalhos de audiodescrição, elaboração de roteiros e narração de filmes, peças teatrais, shows, performances, conferências, exposições em museus, exposições fotográficas, e outros. Alguns de seus trabalhos são: Mostra + Sentidos e UNLIMITED no Teatro Sérgio Cardoso em São Paulo; Mostra “Entre / Artes e Acesso” no Itaú Cultural; filmes: “Meu Amigo Hindu” de Hector Babenco, “O Caseiro” de Julio Santi; “Do lado de Fora” de Alexandre Carvalho; narração do audioguia com audiodescrição do Museu Felícia Leirner em Campos do Jordão, São Paulo. Trabalha na Ver com Palavras Audiodescrição, onde dedica-se a roteiros de peças e filmes infantis complementando seu trabalho de conclusão do curso de especialização em audiodescrição cujo tema foi audiodescrição de desenhos animados para crianças com deficiência visual.

bell-2-site.pngBell Machado

Nascida em Campinas, SP. Mestre em Multimeios, pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, com a dissertação A parte invisível do olhar – audiodescrição no cinema: a constituição das imagens por meio das palavras – uma possibilidade de educação visual para a pessoa com deficiência visual no cinema. Bacharel em Filosofia pela Unicamp. Assessora e coordenadora de projetos de acessibilidade cultural na Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de Campinas. Docente no Curso de Especialização em Audiodescrição (AD), na Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). Ministrou onze cursos de Introdução à audiodescrição, tendo iniciado, em 1999, seu trabalho em audiodescrição no CCL Braille/Campinas. Realizou audiodescrição ao vivo em mais de 300 filmes, 20 espetáculos de teatro e 20 exposições de arte. Tem 10 filmes com AD gravada. Coordenou o Ponto de Cultura Cinema em Palavras – CCLB. Possui como publicações: Educação e cultura audiovisual: ressonâncias, A parte invisível do olhar, Audiodescrição – transformando imagens em palavras, Ponto de Cultura Cinema em Palavras – A filosofia no projeto de inclusão social e digital” Lívia M.V.M. Motta e Paulo Romeu Filho, organizadores. SEDPcD SP, 2010; Revista Brasileira de Tradução Visual: Leitura comentada da Carta sobre os cegos; A linguagem cinematográfica na audiodescrição.

dinizcircular.pngDiniz Cândido

Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (2010) com especialização em direito e processo do trabalho (2012) pela mesma instituição. Tem formação técnica em programação de computadores, atua no desenvolvimento de sites e presta consultoria na área da acessibilidade na web. É técnico de Emprego Apoiado (EA) pelo Instituto de Tecnologias Sociais (ITSBrasil). É servidor da Justiça Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito do Trabalho. Atua na militância pelos direitos das pessoas com deficiência, por meio de várias organizações da sociedade civil as quais trabalham pela defesa de direitos. É palestrante na área da deficiência, acessibilidade, inclusão e assuntos correlatos.

eliane-francoEliana Franco

É doutora em Letras (KULeuven, Bélgica, 2000), com pós-doutorado pela UAB (Catalunha, 2006-2007), e especialista em Tradução Audiovisual e Acessibilidade. Lecionou na UECE (2000-2002), onde começou a pesquisar a legendagem para surdos, e na UFBA (2002-2014), onde fundou e coordenou por dez anos o grupo de pesquisa TRAMAD (Tradução, Mídia e Audiodescrição) que recebeu o prêmio Honoris Causa em 2015 (Festival VerOuvindo, Recife). Liderou projetos de acessibilidade (LSE e AD) para as artes visuais e audiovisuais e foi pioneira na pesquisa da audiodescrição para o público com deficiência intelectual, tanto no Brasil quanto na Europa. Também publicou sobre o tema no país e no exterior e ministrou cursos de formação de audiodescritores  na UFBA, UFMA, USP, UFRJ e em ONGs de Salvador, Rio de Janeiro e Vitória. Criou a Franco Acesso em 2016, que estreou com projeto de acessibilização em parceria com o Oi Futuro Flamengo. É paulistana e vive atualmente entre o Brasil e a Alemanha.

elizabet.pngElizabet Dias de Sá

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais; especialização em Psicologia Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; especialização em Audiodescrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Exerce  a função de coordenadora do Centro de Atendimento Pedagógico às Pessoas com Deficiência Visual de Belo Horizonte (CAP-BH). Como colaboradora eventual da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, do Ministério da Educação, desenvolveu as seguintes atividades: emissão de parecer relativo à acessibilidade de obras didáticas e paradidáticas; ministrante de cursos sobre atendimento educacional especializado na área da deficiência visual em 2009 e 2010 em missão internacional em Angola/Luanda; integrante da comissão de análise e parecer dos trabalhos inscritos para a Premiação de Experiências Educacionais Inclusivas; monitoramento das ações relativas ao programa do livro acessível em Salvador e Senhor do Bonfim. Tem experiência como coordenadora de conteúdo (área da deficiência visual) em cursos de formação de professores do atendimento educacional especializado, dos quais destaca-se o curso de pós-graduação na modalidade a distância da Universidade Federal do Ceará. Contribuiu para a elaboração da Nota Técnica Nº 21/2012 do Ministério da Educação, referente à descrição de imagens estáticas em livros didáticos. Como aluna do curso de pós-graduação da UFJF, desenvolveu o projeto de pesquisa sobre a prática da consultoria em audiodescrição. Atua como consultora em audiodescrição de diversos produtos audiovisuais, espetáculos e eventos. É autora de artigos e livros sobre inclusão educacional de alunos cegos e com baixa visão.

felipe-mianes.pngFelipe Leão Mianes

Graduado em História pela PUCRS, Mestre e Doutor em Educação pela Universidade federal do Rio Grande do Sul. Realizou Doutorado Sanduíche na Universidad Autônoma de Barcelona e, atualmente, é pós-doutorando na Universidade Luterana do Brasil, pesquisando sobre a formação de professores para o uso da audiodescrição como ferramenta pedagógica de ensino e aprendizagem no processo educacional. É audiodescritor, tendo larga experiência como audiodescritor consultor e ministrante de cursos e oficinas na área. É, também, vice-presidente da AGADE – Associação Gaúcha de Audiodescritores.

felipe-monteiroFelipe Monteiro

Formado em tecnologia em processamento de dados pela Universidade de Barra Mansa RJ, bacharelado em piano e licenciatura em educação artística com habilitação em música pelo Conservatório Brasileiro de Música no Rio de Janeiro e pedagogia pela Universidade Castelo Branco em Curitiba PR. Formação de  consultor em audiodescrição através de cursos e oficinas ministrados pelos formadores Lívia Motta, Nadir Machado (Instituto Benjamin  Constant), Eliana Franco, Francisco Lima, Rosa Matsushita e Zoe Partington. Frequentador assíduo de espaços e eventos culturais com o recurso da audiodescrição.

maria-machado.pngFlávia Machado

Graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), em 2008, e mestra em Televisão Digital também pela UNESP em 2011 com defesa da dissertação “Acessibilidade na televisão digital: estudo para uma política de audiodescrição na televisão brasileira”. Desde 2012, atua na coordenação do Setor de Acessibilidade da TV Aparecida, onde, entre outras responsabilidades, treina colaboradores para roteiro, locução e mixagem de audiodescrição e faz a revisão de materiais audiodescritos. Em 2013, coordenou a primeira transmissão de audiodescrição ao vivo da TV brasileira com parceria com a “Ver com Palavras” durante a 1ª Missa da Acessibilidade realizada no Santuário Nacional. Em 2015 e 2016, participou da Comissão de Estudo para a revisão da norma ABNT NBR 15290 que versa sobre acessibilidade na TV.

 

gabrieu.pngGabriel Bohrer Schmitt

É sócio da Mil Palavras Acessibilidade Cultural. Atua como técnico de áudio desde 1995 e possui grande experiência na área de gravação em estúdio, tendo trabalhado na produção de diversos CDs e trilhas sonoras para cinema. Em 2007 montou o Estúdio Beco das Garrafas, onde realizou as primeiras experiências com audiodescrição, em parceria com Letícia Schwartz. É o técnico responsável pelas produções da Mil Palavras, onde também atua como roteirista e narrador. Atualmente, dedica-se ainda ao desenvolvimento de sites acessíveis.

 

 

graciela-pozzobonGraciela Pozzobon

Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro em 2007 e pela Casa Das Artes de Laranjeiras em 2001, a atriz dedica-se desde 2003 a atividade audiodescritora. Realiza a produção de roteiros, a narração e a coordenação da aplicação do recurso de acessibilidade em filmes, séries, peças de teatro, espetáculos de dança e exposições de arte e em eventos institucionais. É pioneira nesta atividade no Brasil e reconhecida por grupos e instituições ligados a defesa da pessoa com deficiência. Possui experiência como ministrante de palestras e cursos em universidades e instituições do Brasil e exterior. Ministrou curso como especialista convidada em Lisboa, formando a equipe de audiodescritores portugueses Audiodescrição.PT – ouço, logo vejo. Capacitou os profissionais que atualmente fazem parte da sua equipe e ministrou curso no Instituto Benjamim Constant para profissionais da casa. Coordenou a maior equipe de audiodescritores já formada no Brasil para a ocasião da prestação do serviço na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Coordena ainda a aplicação da audiodescrição nos projetos da Lavoro Produções e Cinema Falado Produções como o Festival Assim Vivemos, o Carnaval do Rio de Janeiro, as cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas e Paralimpíadas no Brasil entre outros.

jorge-amaro.pngJorge Amaro

Doutorando em Políticas Públicas (UFRGS), Mestre em Educação (PUCRS), Biólogo (IPA), Especialista em Educação Ambiental (SENAC/RS), Especialista em Audiodescrição (UFJF) e Técnico Agrícola (ETA). Quilombola de Mostardas/RS e com título de cidadão Viamonense. Tem experiência na área de Meio Ambiente, com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação ambiental, sustentabilidade, cidadania, inclusão social, educação inclusiva, acessibilidade e direitos das pessoas com deficiência. Milita nos movimentos ambientalista, pela inclusão das pessoas com deficiência e movimento negro. Foi vice-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Viamão/RS (2006), Chefe da delegação do RS na III Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (2012); Vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (2011-2013); Coordenador Geral do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (2013/2015); Secretário Executivo do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (2015). Servidor público estadual vinculado a Faders, hoje é Secretário de Planejamento, Meio Ambiente, Turismo e Cultura de Mostardas/RS.

laercio-2.pngLaercio Santanna

É analista de sistemas, administrador de empresas com 29 anos de experiência na área de informática. Trabalha desde 1988 na PRODAM – Cia de Processamento de Dados de SP. Participa do  desenvolvimento e manutenção de sistemas nas áreas tributária, administrativa e financeira – como programador, analista programador e, atualmente, analista de sistemas. É responsável pelo site sobre acessibilidade http://www.prodam.sp.gov.br/acess>ibilidade; oferece suporte a produtos específicos para pessoas com deficiência, acessibilidade à Internet/Intranet da PRODAM e Prefeitura de São Paulo. Participa das comissões ABNT para a criação das normas de acessibilidade para a Internet, recursos de acessibilidade na televisão e dos caixas automáticos de bancos. É membro da comissão de unificação do Braille para informática nos países de língua portuguesa. Participou do desenvolvimento do Bradesco Internet Banking para deficientes visuais, produto com notoriedade internacional, premiado pelo Instituto Smithsonian dos EUA – junho de 1999. Foi docente convidado para o módulo “Ferramentas e Programas de Acessibilidade”, dos Cursos de Verão ATIID – Faculdade de Saúde Pública/USP; docente convidado para as disciplinas “Princípios da Acessibilidade” e  “Políticas Públicas, Legislação e Histórico”, do primeiro Curso de Especialização em Audiodescrição do Brasil pela Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF.

lara.pngLara Pozzobon

Produtora de cinema e teatro e diretora do Assim Vivemos, Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. Dirigiu as quatro temporadas do projeto Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes e produziu as sete edições do Assim Vivemos. Em 2016 lançou o filme Mulheres no Poder (disponível no NOW), produziu a peça Paradinha Cerebral (temporada no Teatro Fashion Mall) e publicou seu primeiro livro de poesia, Uso Interno, pela editora 7Letras. É mestre em Literatura Brasileira e doutora em Literatura Comparada (UERJ). Atualmente, prepara a oitava edição do Festival Assim Vivemos.

larissacostaLarissa Costa

Doutora em Estudos da Linguagem (PUC-Rio), com a tese intitulada Audiodescrição em filmes: história, discussão conceitual e pesquisa de recepção, é audiodescritora desde 2008. Possui formação em roteiro e locução de audiodescrição, atuando, majoritariamente, na produção e revisão de roteiros e no treinamento de novos audiodescritores. Atualmente é gerente do setor de audiodescrição da CPL-Soluções em Acessibilidade e faz parte do corpo docente da especialização em Técnicas, Práticas e Estudos de Tradução (Inglês – Português) da PUC-Rio e da especialização em Tradução audiovisual de inglês da Universidade Estácio de Sá.

larissa-hobiLarissa Hobi

Mestra em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Especialista em Audiodescrição pela Universidade Federal de juiz de Fora. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Paraíba. Audiodescritora e pesquisadora do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital da Universidade Federal da Paraíba (LAVID/UFPB) contribui com a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias assistivas voltadas para pessoas com deficiência visual. Integra o Grupo de Pesquisa Teatro: Tradição e Contemporaneidade (CNPq/UFPB) na linha de pesquisa Cena e Contágio, que visa o estudo das artes cênicas, visuais e performáticas em sua interação com o universo do grotesco, da hibridização e das disfunções do corpo, da mente e do comportamento, investigando também a virtualização e a multimodalidade do corpo cênico. Integrou o Projeto Acessibilidade Audiovisual nas Olimpíadas e Paralimpíadas financiado pelo ministério da cultura e desenvolvido em parceria com o Lavid. Por cinco anos (2010-2015), atuou como professora de teatro da Fundação Centro Integrado de Apoio a Pessoa com Deficiência (FUNAD); foi palestrante do módulo – Arte e inclusão, do curso de formação continuada para professores – Buscando competências para incluir (2013-2014), ofertado pelo Estado da Paraíba. Atua nas áreas de audiodescrição, educação especial, formação docente e processos de criação.

leticia-lindaLetícia Schwartz

É coordenadora de produção da Mil Palavras Acessibilidade Cultural. Atua como audiodescritora-roteirista e narradora desde 2009, além de ministrar cursos e prestar serviços de consultoria. É Bacharel em Interpretação Teatral (UFRGS) e Especialista em Audiodescrição (UFJF).  Sua produção compreende audiodescrição para cinema e vídeo, espetáculos de teatro, dança e circo, livros ilustrados, palestras e seminários, exposições de arte e acervos de museus. Amostras dos trabalhos realizados podem ser acessadas em http://www.milpalavras.net.br/portfolio/.

liliana-tavares.pngLiliana Tavares

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação- PPGCOM/UFPE, coordenadora do Festival VerOuvindo, gestora da COM Acessibilidade Comunicacional, audiodescritora que atua em diversas linguagens artísticas,  organizadora do livro Notas Proêmias: acessibilidade comunicacional para produções visuais, graduada em Psicologia, mestre em Educação pela UFPE, casada e mãe de um adolescente de 13 anos.

livia-motta.pngLívia Motta

É doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC de São Paulo, com parte de seu doutoramento feito na Universidade de Birmingham, Reino Unido. Trabalha como audiodescritora e professora de cursos de audiodescrição desde 2005, tendo sido responsável pela exibição da primeira peça e da primeira ópera com audiodescrição no Brasil. Desde então vem implementando o recurso de acessibilidade comunicacional em filmes, peças teatrais, óperas, espetáculos de dança, shows, espetáculos de circo, stand ups, musicais, além de eventos religiosos, acadêmicos e sociais. Coordenou o 1º Curso de Especialização em Audiodescrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora que formou 32 especialistas para atuarem em diversas regiões brasileiras. Organizou com Paulo Romeu Filho o 1º livro brasileiro sobre o tema: AUDIODESCRIÇÃO: TRANSFORMANDO IMAGENS EM PALAVRAS. Publicou também o livro: AUDIODESCRIÇÃO NA ESCOLA: ABRINDO CAMINHOS PARA LEITURA DE MUNDO dirigido a professores, alunos de Curso de Pedagogia e outras licenciaturas, e audiodescritores em geral e que discute a importância do recurso para alunos com e sem deficiência. É diretora da empresa VER COM PALAVRAS AUDIODESCRIÇÃO  que presta serviços de acessibilidade comunicacional.

luis-reis.pngLuís Reis

É professor e pesquisador no Curso de Teatro, da Ufpe, onde atua também como Diretor de Cultura. Especialista no legado teatral de Hermilo Borba Filho, tem livros e vários artigos publicados. Como dramaturgo, escreveu diversas peças, todas com marcada feição metateatral.

marcia-casparyMarcia Caspary

Profissional da voz, há mais de 20 anos, atriz e dubladora. Conheceu a Audiodescrição em 2008 e desde então empresta sua voz para produtos audiodescritos gravados e ao vivo. Como sócia diretora da Tagarelas Produções, em 2010 fez capacitação com Lívia Motta e passou a prestar de serviços e a produzir acessibilidade, contando com a parceria de profissionais e empresas do ramo. Coordenou e co-produziu formatos acessíveis de literatura infanto-juvenil como audiolivros, Braille, DVD em Libras, animação com AD e formato Daisy para WVA Editora (2011), entre outros. Adquiriu experiência em audiodescrição ao vivo em festivais de cinema, espetáculos de dança, teatro, shows musicais, seminários, exposições, casamentos e passeios turísticos e publicidade (Paralimpíadas Rio2016 ; Páscoa LACTA…). Desenvolveu um estilo próprio e contribui para a difusão do recurso por meio de workshops e palestras e especialmente em narrações gravadas em diversos gêneros, sendo uma das pioneiras em audiodescrever debates, programas e propaganda durante a Campanha Eleitoral 2016. É membro da AGADE – Associação Gaúcha de Audiodescritores; membro do Colegiado Setorial do Audiovisual do RS e presidente da Associação dos Amigos do Instituto Estadual do Cinema do RSAAMIECINE. 

mauana-simas.pngMauana Simas

Jornalista formada pela PUC-Rio e Especialista em Acessibilidade Cultural pela UFRJ. É produtora audiovisual, audiodescritora e sócia-fundadora da Nós Todos Filmes. Foi produtora e editora do Programa Especial da TV Brasil por dois anos. Mauana fez cursos e atividades voluntárias de acessibilidade e inclusão na Itália e Inglaterra. Coordenou o projeto de Narração Audiodescritiva da Copa do Mundo da FIFA de 2014 pela ONG Urece Esporte e Cultura Para Cegos. É consultora do Centro de Acesso ao Futebol na Europa (CAFE) e em 2015 e 2016, coordenou o legado do projeto de Narração Audiodescritiva, implementando o serviço no estádio do Maracanã.

mauricio-santana.pngMauricio Santana

Audiodescritor, Publicitário e Professor Universitário na área de Rádio, TV e Cinema. Com mais de 25 anos de experiência no campo da comunicação, já trabalhou em emissoras de radiodifusão, agências de publicidade, coordenou projeto de TV Universitária, fez parte do corpo docente do primeiro curso de especialização em audiodescrição da Universidade Federal de Juiz de Fora e hoje é um dos profissionais a frente da Iguale Comunicação de Acessibilidade, a primeira empresa brasileira a oferecer solução completa em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência, pioneira na produção da primeira audiodescrição transmitida pela TV Brasileira e atual representante (América do Sul, México e USA) do aplicativo MovieReading, para acessibilidade de produtos audiovisuais nas diferentes janelas de exibição.

Desde 2008, atua em diversos projetos de acessibilidade para televisão, cinema, home vídeo, VOD (video on demand), teatro, internet, exposições e outras abordagens que visem à inclusão do público com deficiência.

mimi-aragon-circular.pngMimi Aragón

É audiodescritora e atua profissionalmente na produção de recursos de comunicação acessível desde 2010, quando concluiu sua capacitação com Lívia Motta, no Instituto Vivo, em Porto Alegre/RS. Atuou até 2014 em um coletivo de audiodescritores gaúchos, até fundar, naquele ano, com Kemi Oshiro, a OVNI Acessibilidade Universal, empresa que produz Audiodescrição, Legendas para Surdos e Ensurdecidos, LIBRAS e presta consultoria na área da acessibilidade comunicacional. Mimi idealiza e executa projetos de cultura acessível; coordena a produção de recursos de acessibilidade para produtos, eventos e serviços; é roteirista de audiodescrição e ministra palestras, oficinas e cursos. É sócia-fundadora da Associação Gaúcha de Audiodescritores – AGADE, a primeira do gênero no Brasil.

magnani.png Mônica Magnani

É atriz, dubladora e tradutora. Formou-se Especialista em Audiodescrição em 2015 pela Universidade Federal de Juiz de Fora. O trabalho de fim de curso analisa os efeitos da edição nos filmes audiodescritos exibidos na TV Brasileira e foi publicado no formato artigo em: Audiodescrição: Práticas e Reflexões, pp. 89-115, Ed. Catarse, 2016. Atua na área desde 2011 e durante quatro anos foi uma das principais roteiristas de audiodescrição da grade da TV Globo, com mais de 100 roteiros produzidos. Por dois anos consecutivos (2015-2016) ganhou o prêmio de melhor roteiro de audiodescrição na mostra competitiva do Festival VerOuvindo, festival de filmes com acessibilidade comunicacional do Recife. Dentre os trabalhos recentes destacam-se: Série Grandes Cenas, Canal Curta!; Projeto Pixinguinha (Portal da Funarte); Projeto CineAcesso, Acessibilidade Audiovisual das Olimpíadas e Paralimpíadas (LAVID/UFPB/Ministério da Cultura). Filmes: E o Galo Cantou (mostra competitiva do FICA 2016 – Festival Internacional de Cinema, Goiás), Tropa de elite 2 (portal online Filmes Que Voam), Como Funcionam Quase Todas as Coisas (Mostra de Cinema Argentino Contemporâneo, Caixa Cultural, Rio de Janeiro). Como narradora, participou do projeto As Sete Maravilhas de Minas Gerais – Feche os Olhos e Veja, da empresa MIDIACE.

paulo-cunha.pngPaulo Cunha

Nasceu no Recife, em 1956. Ainda estudante secundarista, participou, a partir de 1973, do ciclo de cinema super-8 do Recife, realizando curtas experimentais. Em  1978, ganhou o prêmio de Melhor Filme do Festival de Cinema do Recife, com “Esses Onze Aí”, realizado em parceria com Geneton Moraes Neto. Com o fim do movimento do super-8, passou a produzir, no início dos anos 1980, filmes em 16mm, sobretudo “Tambor Brasil” – sobre a mitologia em torno de Miguel Arraes – e “O Coração do Cinema” – baseado num roteiro nunca filmado do poeta russo Vladimir Maiakovski e também co-dirigido por Geneton Moraes Neto. Paulo Cunha é graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco e foi repórter, crítico de cinema e editor em diversos veículos, como Jornal da Cidade, Jornal da Tarde [SP], O Estado de S. Paulo e Jornal do Commercio. Também foi editor de criação na Rede Globo de Televisão. Entre 1984 e 1990 morou na França onde foi membro do seminário fechado de Teoria do Cinema do semiólogo Christian Metz e fez diversos cursos: Diploma de Estudos Aprofundados em Teatro e Cinema na Universidade de Paris X – Nanterre, o Diploma em História e Cinema da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e o Doutorado em Artes na Universidade de Paris I – Panthéon-Sorbonne. De volta ao Brasil, tornou-se professor na Universidade Federal de Pernambuco, onde participou, desde 1993, de diversos projetos como a criação do Bacharelado em Cinema e Audiovisual, do Mestrado e Doutorado em Comunicação e do Mestrado e Doutorado em Design. Tem participado também de dezenas de cursos abertos de cinema, como a Especialização em Estudos Cinematográficos da Universidade Católica de Pernambuco. Nessas atividades acadêmicas, Paulo Cunha tem se dedicado a qualificar a pesquisa sobre o cinema feito em Pernambuco, tendo orientado dezenas de especializações, vinte mestrados e uma dúzia de doutorados e pós-doutorados. Parte dos resultados dessas pesquisas têm gerado a publicação de artigos e livros, entre os quais os mais recentes são “A Invenção de Tatuagem: o processo criativo de Hilton Lacerda” (2017, no prelo), “A Aventura do Baile Perfumado: vinte anos depois” (2016, com Amanda Mansur), “A Imagem e seus Labirintos: o cinema clandestino do Recife, 1930-1964” (2014) e “A Utopia Provinciana: Recife, Cinema, Melancolia” (2010). Paulo Cunha foi em diversas ocasiões membro de comissões de seleção de editais para a produção audiovisual, como o do Prêmio Ary Severo e o concurso de roteiros de longas da Eletrobrás. Coordena, atualmente, a implantação do Cinema da UFPE, uma sala de exibição com 200 lugares e projeção 4K, com previsão de inauguração para o segundo semestre de 2017.

paulo-romeu-circular.pngPaulo Romeu

É o articulador do movimento pela audiodescrição no Brasil e grande conhecedor de leis e decretos sobre acessibilidade na comunicação. Colaborador do grupo de trabalho da Associação Brasileira de Normas Técnicas, responsável pela elaboração da norma NBR 15290: Acessibilidade em Comunicação na televisão. Convidado pela Coordenadoria de Assuntos Judiciais do Ministério das Comunicações para auxiliar na elaboração da Norma Complementar nº 1/2006, oficializada pela Portaria 310/2006. Criador de um grupo de discussão no Yahoo do qual participam diversos audiodescritores e pessoas com deficiência interessadas no tema. Criador do Blog da Audiodescrição. Organizou junto com Lívia Motta o primeiro livro brasileiro sobre o tema: Audiodescrição – Transformando Imagens em Palavras, publicado pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo.

rodrigo-machado.pngRodrigo Machado

Servidor público, é arquiteto e urbanista formado pela Universidade de Brasília. Atua com o tema da acessibilidade há mais de sete anos. Iniciou esse trabalho na Infraero, onde atuou, durante 3 anos, como instrutor do curso de atendimento às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida em vários aeroportos da rede. Cursou Especialização em Audiodescrição, na Universidade Federal de Juiz de Fora/MG e, atualmente, é coordenador-geral de acessibilidade na Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, do Ministério dos Direitos Humanos.

sandra-rosa.pngSandra Rosa

Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia, com o tema Audiodescrição e a Linguagem Cinematográfica: um estudo de caso com o filme Atrás das Nuvens. Professora na Universidade do Estado da Bahia. Coordenadora do Núcleo de Educação Especial – NEDE/UNEB. Coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão Acessibilidade & Arte – GA&A. Atua principalmente nos seguintes temas: audiodescrição, acessibilidade artística/cultural e metodologia da pesquisa. Membro do Grupo de Pesquisa em Tradução Audiovisual – TRAMAD. Atua na realização de curtas metragens.

soraya.pngSoraya Ferreira

Graduação em Tradutor / Intérprete – Língua Inglesa (1986), pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP; Mestrado (1995) e Doutorado (2002) em Comunicação e Semiótica – área de concentração: Interface da literatura e das artes, também pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP; Pós-Doutorado com projeto sobre formação de audiodescritores, pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Atualmente é professora adjunta da Universidade de Brasília – UnB, vinculada ao Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução, ao Curso de Tradução e ao Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução, onde atua principalmente nos seguintes temas: tradução literária e audiovisual. Tem trabalhos publicados nas &aacut e;reas de crítica literária, tradução intersemiótica e audiovisual. Coordena grupo de pesquisa em Tradução Audiovisual e Acesswibilidade, com foco em audiodescrição para pessoas com deficiência visual. É audiodescritora.

veralucia.pngVera Lúcia Santiago Araújo

É professora dos Programas de Pós-Graduação em Linguística Aplicada e em Educação da Universidade Estadual do Ceará e pesquisadora nível 2 do CNPq. Tem doutorado em Letras pela USP (2000) e Pós-Doutorado pela UFMG (2008). Pesquisa na área de Tradução Audiovisual Acessível (TAVA), atuando principalmente nos seguintes temas: legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE), audiodescrição (AD) e TAV e ensino.